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Liberação de Aedes aegypti com Wolbachia chega a oito novos bairros do Rio
Rio de Janeiro - 19/09/2018

A Wolbachia é um microrganismo que diminui a capacidade de transmissão das doenças pelos mosquitos

Liberação de Aedes aegypti com Wolbachia chega a oito novos bairros do Rio

As ações do World Mosquito Program (WMP) avançam no Rio de Janeiro e a liberação de Aedes aegypti com Wolbachia chega a oito novos bairros, atingindo 408 mil habitantes. As áreas são: Bonsucesso, Brás de Pina, Complexo do Alemão, Manguinhos, Olaria, Penha, Penha Circular e Ramos. Para marcar a chegada dos mosquitos aliados no combate à dengue, zika e chikungunya no território, que inclui o campus de Manguinhos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

A Wolbachia é um microrganismo presente em cerca de 60% dos insetos na natureza. Ela foi inserida em ovos de Aedes aegypti na Universidade de Monash, na Austrália, onde se identificou que, uma vez presente nestes mosquitos, a capacidade de transmissão das doenças fica reduzida. De acordo com o líder do WMP no Brasil, Luciano Moreira, o método utilizado é seguro para as pessoas e para o ambiente. O objetivo é proteger a população destes bairros das doenças, não há risco de interferência em outras pesquisas que também tenham criação de mosquitos ou outros insetos.

Resultados parciais no Rio de Janeiro

Com as novas áreas, já são 25 bairros cariocas atendidos pelo WMP: Tubiacanga, Bancários, Cacuia, Cocotá, Freguesia (Ilha do Governador), Moneró, Pitangueiras, Praia da Bandeira, Ribeira, Tauá, Zumbi, Galeão, Jardim Carioca, Jardim Guanabara, Portuguesa, Cidade Universitária, Cordovil, Bonsucesso, Brás de Pina, Complexo do Alemão, Manguinhos, Olaria, Penha, Penha Circular e Ramos.

Em Tubiacanga, área piloto do WMP no Brasil, o índice de Aedes aegypti com Wolbachia permanece acima de 90%, dois anos após o término das liberações. O monitoramento é feito semanalmente. Nos dez primeiros bairros da Ilha do Governador, onde foi iniciada a fase de expansão do projeto, em agosto de 2017, o índice de Aedes aegypti com Wolbachia é alto, acima de 60%. Nos demais bairros, o estabelecimento está em curso e os índices estão dentro das médias esperadas.

A população dos Aedes aegypti com Wolbachia é verificada a partir de mosquitos capturados em armadilhas instaladas nas residências e estabelecimentos comerciais de voluntários. Ao todo, há cerca de 600 equipamentos espalhados pelos bairros abrangidos pelo trabalho. No site do WMP é possível acompanhar o andamento do projeto.


Denúncia de focos



As secretarias Municipais de Saúde são as responsáveis pelo combate direto ao mosquito.

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