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Tecnologia detecta zika em Aedes 18 vezes mais rápido
Mundo - 29/06/2018

Amplamente aplicado pela indústria farmacêutica, na agricultura e na medicina, o infravermelho é alvo de estudos de um grupo de cientistas do IOC/Fiocruz, da Austrália e dos Estados Unidos

Tecnologia detecta zika em Aedes 18 vezes mais rápido

Uma tecnologia baseada em análises químicas por raios infravermelhos capaz de agilizar e de baratear o monitoramento da presença do zika em mosquitos Aedes aegypti. Essa é a nova aposta de pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) para aperfeiçoar a vigilância da circulação do vírus. Conhecida como ‘espectroscopia no infravermelho próximo’, a técnica é simples, tem alta taxa de precisão e dispensa o uso de reagentes.

Amplamente aplicado pela indústria farmacêutica, na agricultura e na medicina, o infravermelho é alvo de estudos de um grupo de cientistas do IOC/Fiocruz, da Austrália e dos Estados Unidos. O objetivo foi comprovar a eficácia do método para uso em insetos, em especial, na detecção de vírus como dengue, zika e chikungunya. Os resultados preliminares são animadores e acabam de ser publicados na revista científica Science Advances.

Em comparação ao método tradicional, considerado de alto custo, demorado e invasivo, a nova técnica apresenta características proporcionalmente opostas. Considerando o custo dos reagentes utilizados no RT-qPCR e a remuneração paga a um profissional que precise analisar, por exemplo, 100 amostras, a técnica de infravermelho – que dispensa o uso de reagentes – apresenta um custo 116 vezes menor. Além disso, o novo método é capaz de processar o mesmo número de exemplares em apenas 50 minutos, contra 900 minutos do método tradicional: isso o torna 18 vezes mais rápido.

Antes da implantação da técnica na rotina de análises, os cientistas precisarão incluir testes em mosquitos Aedes aegypti coletados na natureza já que, até o momento, foram realizados testes em condições artificiais, com a infecção do mosquito provocada em laboratório. A previsão é de que a técnica também seja avaliada para outros vírus, como dengue e chikungunya, assim como para a detecção do parasito causador da malária.

Leia mais sobre o estudo aqui.


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