Governo do Rio de Janeiro Rio Poupa Tempo na Web Informação Pública Página inicial
Aumentar letra    Diminuir letra    Letra normal
Compartilhe nas mídias sociais  
Home :: Plantão dengue :: Notícias

Notícias

Especialistas debatem situação epidemiológica da chikungunya
Brasil - 30/05/2018

No Estado do Rio, de 10 a 22 de maio o número de casos prováveis subiu de 8 mil para 11 mil, tendo sido confirmados 6,5 mil

Especialistas debatem situação epidemiológica da chikungunya

Uma Sala de Situação em Saúde dedicada a conhecer a situação epidemiológica da chikungunya no Brasil e no estado do Rio de Janeiro reuniu (23/5) representantes do Ministério da Saúde (MS) e da Secretária Estadual de Saúde, além de profissionais de diversos municípios fluminenses. O encontro, que abordou ainda os desafios no manejo clínico de adultos e crianças, é o primeiro de uma série de discussões.

Os dados apresentados pelo MS relativos a 2016, ano do ápice do surto no Brasil, mostram 303,4 mil casos de chikungunya notificados e 85,5 mil solicitações de diagnósticos laboratoriais específicos no âmbito do Sislab. Os dados mais atuais (18ª semana epidemiológica de 2018) indicam 40,8 mil casos notificados em todo país, sendo 33,8 mil casos prováveis (casos notificados suspeitos menos os descartados) e 20,2 mil confirmados, sendo que a grande maioria destes (79,9%) obteve confirmação clínico-epidemiológica.

A situação no Rio de Janeiro foi apresentada por Mario Sergio Ribeiro, da Superintendência de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da Secretaria de Estado de Saúde, que trouxe dados relativos a 2018, apurados no final de maio. Apenas de 10 a 22 de maio o número de casos prováveis subiu de 8 mil para 11 mil, tendo sido confirmados 6,5 mil (1,4 mil laboratorialmente), com três óbitos registrados. Além da capital, as áreas mais afetadas são a Região Metropolitana II (Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Rio Bonito, etc.) e Noroeste Fluminense (Itaperuna, Santo Antônio de Pádua, Bom Jesus do Itabapoana, etc.).

Mário Sérgio fez um alerta para a possibilidade de aumento de casos na Metropolitana I (Baixada Fluminense), que faz limite com a zona oeste da capital onde existe uma alta incidência de chikungunya. Em relação à taxa de internação, os maiores índices estão nos dois extremos, menores de 15 anos e maiores de 80, respectivamente 1 e 1,3 por 100 mil habitantes, e em todas as faixas etárias a maior incidência é em mulheres.

A Secretaria tem realizado reuniões periódicas de seu GT Arboviroses para atualização do Plano de Contingência, além de promover capacitações regionais para diagnóstico e tratamento e vistas técnicas aos municípios para apoio às ações de vigilância da Chikungunya. Ribeiro listou entre os recursos necessários para o enfrentamento da epidemia investimento em logística e material gráfico para as capacitações, além de medicamentos específicos, inseticidas, larvicidas equipamentos adequados para sua aplicação, além kits para os exames no Lacen.


Denúncia de focos



As secretarias Municipais de Saúde são as responsáveis pelo combate direto ao mosquito.

Clique aqui e veja como entrar em contato com a secretaria de sua cidade.
Acompanhe o Rio Contra Dengue nas mídias sociais

Facebook Twitter Youtube
Secretaria de saúde
Links interessantes:
PET Rio sem fumo Rio imagem Rio com Saúde Xô, Zika !!


Alguns direitos reservados
Esta obra é licenciada sob uma licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil