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Fiocruz mapeia resistência do Aedes aegypti a inseticidas
Brasil - 05/12/2017

Projeto é realizado em parceria com Secretarias de Saúde de todos os estados brasileiros, além das prefeituras dos 145 municípios

Fiocruz mapeia resistência do Aedes aegypti a inseticidas

Um estudo coordenado pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) está monitorando a resistência de mosquitos Aedes aegypti a inseticidas em todo o território nacional. Realizado a partir de uma solicitação da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, o projeto é realizado em parceria com Secretarias de Saúde de todos os estados brasileiros, além das prefeituras dos 145 municípios envolvidos. São centenas de agentes de endemias capacitados na metodologia do projeto: eles coletam ovos do mosquito em diferentes regiões do território nacional e enviam o material para análise no IOC. O projeto tem previsão de duração até 2018.

A aplicação de inseticidas no combate ao Aedes aegypti deve ser adotada com muito critério, já que o uso indiscriminado desses produtos pode selecionar populações de mosquitos resistentes. Sabendo como estão as populações de mosquitos em todas as regiões do país é possível planejar um rodízio de uso dos inseticidas disponíveis. Mas, vale destacar que a principal medida de controle do Aedes é a eliminação dos criadouros, dos locais que o mosquito busca para depositar os ovos.

Metodologia multimídia para treinamento de parceiros

Para o recolhimento de ovos de Aedes aegypti em todos os estados brasileiros, foi adotada uma metodologia com o uso de armadilhas de fácil manipulação, chamadas ovitrampas. O uso de ovos para as análises tem uma vantagem incomparável com o uso de outras fases do mosquito, já que por sua alta resistência os ovos podem ser envelopados e enviados por correio para as análises no laboratório.

Todo o material recolhido é enviado para o laboratório do IOC no Rio de Janeiro, onde as amostras são analisadas. A fase de análises conta ainda com a parceria do Laboratório de Entomologia Aplicada da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen), da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. A etapa de coletas começou em agosto de 2017. A expectativa é receber todo o material ao longo dos próximos seis meses e, assim, concluir o mapeamento completo até o fim de 2018.


Denúncia de focos



As secretarias Municipais de Saúde são as responsáveis pelo combate direto ao mosquito.

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