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Boletim Epidemiológico de Dengue, Chikungunya e Zika
Relatórios - 22/04/2016

De 1º de janeiro a 19 de abril de 2016 foram notificados 45.853 casos suspeitos de dengue no Estado do Rio de Janeiro

Boletim Epidemiológico de Dengue, Chikungunya e Zika

A Superintendência de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da Secretaria de Estado de Saúde informa no período de 1º de janeiro a 19 de abril de 2016 foram notificados 45.853 casos suspeitos de dengue no estado do Rio de Janeiro, com 04 (quatro) óbitos confirmados. As notificações foram compiladas pela Secretaria de Estado de Saúde a partir de dados inseridos no sistema pelos municípios de todo o estado, até o dia 19 de abril. No mesmo período de 2015, foram registrados 25.194 casos suspeitos de dengue no estado. No ano inteiro de 2015, foram registrados 71.791 casos suspeitos de dengue no estado do Rio de Janeiro, com 23 óbitos.

Chikungunya: Este ano, até o dia 14 de abril, foram notificados 1.083 casos suspeitos de febre chikungunya no estado do Rio. Destes, 328 foram confirmados, sendo 02 (dois) óbitos. Os demais permanecem em investigação.

Zika: No período de 1º de janeiro a 14 de abril de 2016 foram notificados 32.704 casos suspeitos de zika vírus no estado do Rio de Janeiro. As notificações foram compiladas pela Secretaria de Estado de Saúde a partir de dados inseridos no sistema pelos municípios de todo o estado, até o dia 14 de abril.

Campanha 10 Minutos Salvam Vidas
– O mosquito Aedes aegypti é responsável pela transmissão dos vírus que causam doenças como Dengue, Zika e a Chikungunya. Portanto, o combate aos focos do mosquito é a forma mais eficaz de se prevenir. A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro conta com a campanha 10 Minutos Salvam Vidas, que busca incentivar a população a tirar 10 minutos por semana para eliminar os possíveis focos do mosquito em suas casas. A campanha inclui também a produção de material informativo erealização de capacitação para profissionais de saúde das redes pública e privada.

Medidas como armazenar lixo em sacos plásticos fechados; manter a caixa d’água completamente vedada; não deixar água acumulada em calhas e coletores de águas pluviais; recolher recipientes que possam ser reservatórios de água parada, como garrafas, galões, baldese pneus, conservando-os guardados e ou tampados; encher com areia os pratinhos dos vasos de plantas e tratar água de piscinas eespelhos d’água com cloro são ações importantes que ajudam a evitar a disseminação do vírus transmissor da doença. Outro cuidado fundamental é a proteção individual de gestantes, com o uso de repelentes, de roupas que previnam o contato com o mosquito e de evitar exposição durante a manhã e final da tarde, períodos em que o Aedes aegypti costuma atacar as vítimas.


Denúncia de focos



As secretarias Municipais de Saúde são as responsáveis pelo combate direto ao mosquito.

Clique aqui e veja como entrar em contato com a secretaria de sua cidade.
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