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LIRAa: Mapa da dengue no estado


O Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa), como descrito em seu nome, foi idealizando com vistas ao monitoramento da população (e dispersão) do vetor da Dengue. Contudo, com a introdução da Febre de Chikungunya em nosso país, a metodologia passou a ser adotada também para o monitoramento do Aedes albopictus, que também é capaz de transmitir a doença.

A Febre de Chikungunya é uma doença parecida com a Dengue, causada pelo vírus CHIKV, da família Togaviridae, que tem seu modo de transmissão também pela picada do mosquito Aedes aegypti infectado e, menos comumente, pelo mosquito Aedes albopictus, justificando a importância deste monitoramento, visto que, ambas as espécies têm todas as condições de espalhar esses vírus durante o verão.

O LIRAa, realizado periodicamente pelos municípios do Estado do Rio de Janeiro, fornece o Índice de Infestação Predial (IIP) e o Índice de Infestação em Depósitos (Índice de Breteau – IB) do Aedes aegypti e do Aedes albopictus, isso o torna um importante instrumento de orientação, pois identifica as áreas prioritárias para medidas e ações estratégicas de controle e combate ao mosquito, visando à redução dos índices de infestação municipais e, consequentemente, o controle da Dengue e da Febre de Chikungunya. Em cada município, agentes de saúde visitam residências e outros tipos de imóveis, para inspecionar e identificar os criadouros, e ao encontrar, coletar as larvas ou pupas para análise em laboratório.

De acordo com as Diretrizes Nacionais para Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue (2009), os parâmetros para classificação dos estratos e dos municípios, quanto à infestação pelo Aedes aegypti (e também adotados para o Aedes albopictus), são:

  • Menor que 1% - SATISFATÓRIO
  • De 1% e 3,99%: ALERTA
  • Acima de 3,99%: RISCO

 

Plano Nacional de Enfrentamento da Microcefalia

O Ministério da Saúde suspendeu a Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) no final do 3º ciclo de visitas domiciliares, 30 de junho de 2017. Contudo, a estratégia de trabalho adotada será mantida (Salas de Coordenação e Controle), permanecendo a realização de ações integradas entre os setores dos três níveis de governo, envolvendo aqueles atores que têm em suas missões, papel relevante e/ou impactante no controle do vetor.

 

Levantamento do Aedes aegypti

Em 2018, o terceiro levantamento foi realizado na 19ª semana epidemiológica, compreendida entre os dias 06 a 12 de maio de 2018.

Com base nas informações recebidas dos municípios, configurou-se o seguinte cenário para o Estado:

  • Dos 92 municípios, 90 (97,8%) informaram a realização do levantamento. Destes, 51 (56,7%) classificados como satisfatórios e 34 (37,8%) em alerta e 05 (5,6%) em risco. Neste ciclo, 02 municípios não informaram (2,2%).
  • Foram pesquisados 935 estratos amostrais. Destes, 578 (61,8%) classificados como satisfatórios, 315 (33,7%) em alerta e 42 (4,5%) em risco, estes últimos, distribuídos em 17 municípios.

 

Confira aqui a apresentação completa!


Denúncia de focos



As secretarias Municipais de Saúde são as responsáveis pelo combate direto ao mosquito.

Clique aqui e veja como entrar em contato com a secretaria de sua cidade.
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